27 de junho de 2022Categoria: Memórias

phoenix
joão gimenez
17/07/2017

quanto a mim
vem de fenecer
o ópio das ilusões

um sinal do ocaso
a que sempre chega
todo modo de viver?

absorto penso e nego
a desiludir prefiro crer

ao ocaso segue a noite
e à noite o alvorecer

Deixe o seu comentário!

Veja também

24 de fevereiro de 2023

Poesia da Sexta – CDXLV – 24/02/2023

Poesia da Sexta – CDLXV iano mami caiçara o capital é navalha … ou bumerangue :\: CDXLV ianos joão gimenez […]

Leia mais
15 de março de 2023

a vida* – 15/03/2019

Poesia da Sexta a vida* entre invernos… primavera (j. gimenez) -‘- * Esse é o menor poema livre que já […]

Leia mais
10 de junho de 2022

Carta do vovô II – 20/05/2019

Carta do vovô II Walnut Creek (USA/CA), 20 de maio de 2019 E você chegou Sarinha. Escrevo-lhe novamente desde a […]

Leia mais

Sobre o autor

João Gimenez é escritor e poeta. Garimpeiro de palavras.

Tem três livros publicados. A completude do verso (2013 – Editora 3i), Versos Velados (2015 – Editora 3i) e O céu, a lua e as estrelas (2019 – Editora Aldrava, Letras e Artes).

Com O céu, a lua e as estrelas, João Gimenez foi premiado em 3o. lugar no Concurso Internacional de Literatura da UBE/RJ – União Brasileira de Escritores – Rio de Janeiro, na modalidade Aldravia, Prêmio Gabriel Bicalho.

É membro efetivo da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil – Mariana – MG e da SBPA – Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas.

Contatos com o autor: