
Naquele dia, em que o meu Felipinho achou meio estranho entregar o colinho da mamãe Claudete Gimenez para a Debinha, eu percebi que o coraçãozinho dele doía. Era o momento de oferecer meu colo de pai. Saímos dali e experienciei a maior proximidade que um pai pode ter do seu filho. Naquele instante fui mãe, um pouquinho que fosse, mas fui… mãe.
joão gimenez
01/07/2017

Poesia da Sexta – CDXXVI e-lu-a alcance tocar o céu de lua em transe com o mar elua joão gimenez […]
“Poesia da Sexta” – CCLXII Ô lida, dura vida sertaneja: o breu do céu é o sem fim. Se tão […]
na primavera dos anos… se ainda me lembro eu era setembro de janeiro a dezembro sempre setembro! -‘- Na primavera […]
João Gimenez é escritor e poeta. Garimpeiro de palavras.
Tem três livros publicados. A completude do verso (2013 – Editora 3i), Versos Velados (2015 – Editora 3i) e O céu, a lua e as estrelas (2019 – Editora Aldrava, Letras e Artes).
Com O céu, a lua e as estrelas, João Gimenez foi premiado em 3o. lugar no Concurso Internacional de Literatura da UBE/RJ – União Brasileira de Escritores – Rio de Janeiro, na modalidade Aldravia, Prêmio Gabriel Bicalho.
É membro efetivo da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil – Mariana – MG e da SBPA – Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas.
Contatos com o autor:
Que cena inesquecível. Amo muito vocês.
Obrigado, meu bem. Linda mesmo