
“Poesia da Sexta” – CCCXVI
Há só um tempo.
entre
invernos
primavera
…
Já antes ouço o canto alegre das cigarras.
E as chuvas já caem – abençoadas – a cumprirem a prece profética dos sabiás.
Há só um tempo. Presente.
o ser: mal nasce
começa a morrer
sábio
o sabiá sabe ser
voar cantar viver
…
Há só um tempo. O tempo de viver. Plenamente. Na harmonia de ser Natureza e Universo. Haicai.
cigarra nas árvores
a vida toda num canto
já antes do sempre
…
João Gimenez
04/09/2020
Memórias – 06
06/09/2022

“Poesia da Sexta” – CCCXXXII Carta do Vovô X Belo Horizonte, natal de 2.020 Ei Sarita, minha alegria contagiante A […]
o perigoso do viver latente um desenredo é o incerto da viagem então… o que fazer? senão tecer do medo […]
“Poesia da Sexta” – CCXLIX a caminho do dia um voo de momento intuo: sou a utopia num sopro de […]
João Gimenez é escritor e poeta. Garimpeiro de palavras.
Tem três livros publicados. A completude do verso (2013 – Editora 3i), Versos Velados (2015 – Editora 3i) e O céu, a lua e as estrelas (2019 – Editora Aldrava, Letras e Artes).
Com O céu, a lua e as estrelas, João Gimenez foi premiado em 3o. lugar no Concurso Internacional de Literatura da UBE/RJ – União Brasileira de Escritores – Rio de Janeiro, na modalidade Aldravia, Prêmio Gabriel Bicalho.
É membro efetivo da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil – Mariana – MG e da SBPA – Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas.
Contatos com o autor: