11 de junho de 2022Categoria: Memórias

“Poesia da Sexta” – CLVIII

finda a vida
no planeta

e a alma vira
borboleta…

J.Gimenez
01/09/2017

-‘-

Para a família Melato.

Esta poesia está inspirada na história da família Melato, amigos de décadas. Após os entes queridos terem partido, sempre que os familiares se reúnem em festa observam as borboletas. Eles as ligam à alma dos que se foram. O pai, Sr. Walter Melato, que tive o prazer de conhecer e admirar, é uma borboleta azul que sempre os visita em momentos de união e alegria. A Solange e a Toia me contaram isso e eu achei bonito, inspirador.

Deixe o seu comentário!

Veja também

06 de março de 2023

oikoslogia – 06/03/2020

Poesia da Sexta de Oikos a liturgia: se chove estia se morre recria folhas não caem à revelia tudo outona […]

Leia mais
16 de dezembro de 2022

provação – 16/12/2014

Justo assim à revelia Vem o fim e se abrevia. […] Ao Pai, toda fidelidade! Fé, esperança e amor. Um […]

Leia mais
18 de junho de 2022

andarilho – 13/02/2015

“Poesia da Sexta” – XXV andarilho joão gimenez algo há que fica atrás da lua cheia busco… e encontro o […]

Leia mais

Sobre o autor

João Gimenez é escritor e poeta. Garimpeiro de palavras.

Tem três livros publicados. A completude do verso (2013 – Editora 3i), Versos Velados (2015 – Editora 3i) e O céu, a lua e as estrelas (2019 – Editora Aldrava, Letras e Artes).

Com O céu, a lua e as estrelas, João Gimenez foi premiado em 3o. lugar no Concurso Internacional de Literatura da UBE/RJ – União Brasileira de Escritores – Rio de Janeiro, na modalidade Aldravia, Prêmio Gabriel Bicalho.

É membro efetivo da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil – Mariana – MG e da SBPA – Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas.

Contatos com o autor: