Me pego pensando sobre o amor dos namorados: ele acomoda, nada produz, não leva a lugar nenhum.
O amor dos namorados se basta em sua completude imensa, intensa, inconsequente e gostosa.
Por isso que nós, enamorados, somos bobos, inúteis.
E felizes.
Artur Roman
12/06/2022

torres de aquiles uns sobre os outros babel vive -‘- lobo aquiles joão gimenez 23/06/2022
“Poesia da Sexta” – CCCXII chronos :a morte dos dias passantes kairós :a vida não adia o instante -‘- os […]
toda a primavera no verso do poeta planta… espera avisa ao planeta a paz… quem dera balé de borboleta toda […]
João Gimenez é escritor e poeta. Garimpeiro de palavras.
Tem três livros publicados. A completude do verso (2013 – Editora 3i), Versos Velados (2015 – Editora 3i) e O céu, a lua e as estrelas (2019 – Editora Aldrava, Letras e Artes).
Com O céu, a lua e as estrelas, João Gimenez foi premiado em 3o. lugar no Concurso Internacional de Literatura da UBE/RJ – União Brasileira de Escritores – Rio de Janeiro, na modalidade Aldravia, Prêmio Gabriel Bicalho.
É membro efetivo da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil – Mariana – MG e da SBPA – Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas.
Contatos com o autor: